Apocalipse iminente?! Cientistas revivem vírus ‘zumbi’ congelado por 48 mil anos

Cientistas siberianos conseguiram reviver um vírus pré-histórico que estava congelado há 48 mil anos no permafrost siberiano. A descoberta foi publicada na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences e tem chamado a atenção do mundo todo

O vírus, chamado de Pithovirus sibericum é considerado um vírus gigante, com cerca de 30 mil pares de base de DNA, em comparação aos vírus comuns, que possuem cerca de 30 pares de base de DNA. Os cientistas afirmam que o vírus não é prejudicial aos seres humanos ou animais, mas a descoberta é um alerta para a possibilidade de que outros vírus pré-históricos sejam ressuscitados do permafrost devido às mudanças climáticas.

O permafrost é uma camada de solo congelado que se estende por grande parte do Ártico e da Sibéria. O aquecimento global tem acelerado o derretimento do permafrost, o que tem preocupado os cientistas. Eles temem que a liberação de micróbios e vírus antigos possa causar epidemias e afetar a saúde pública global.

No entanto, os cientistas afirmam que o Pithovirus sibericum não representa um perigo para a saúde humana, pois ele infecta apenas amebas, que são organismos unicelulares.

Além disso, o vírus é vulnerável a detergentes comuns, o que o torna inofensivo se entrar em contato com as pessoas.

A descoberta é importante para a compreensão da evolução dos vírus e pode ajudar no desenvolvimento de novas terapias virais.

Os cientistas pretendem usar o Pithovirus sibericum como modelo para estudar a evolução dos vírus e entender como eles podem ter surgido a partir de células ancestrais.

No entanto, também alertam para a importância de medidas de precaução e estudos de risco na manipulação de vírus antigos.

Eles ressaltam que a manipulação desses vírus pode ser perigosa e que é necessário tomar cuidados para evitar o contágio acidental.

Por isso, os cientistas estão trabalhando em laboratórios com biossegurança de nível 2, que são equipados com barreiras físicas e equipamentos de proteção individual.

A descoberta do Pithovirus sibericum é uma grande conquista para a ciência e pode ajudar no desenvolvimento de novas terapias virais.

No entanto, os cientistas estão conscientes dos riscos envolvidos na manipulação de vírus antigos e estão tomando medidas de precaução para garantir a segurança dos pesquisadores e da população em geral.

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